Pineal: a porta da alma

A glândula que transcende o plano físico

O valor da glândula pineal é estudado há muito tempo por inúmeros povos. A atenção que ela recebe deve-se ao fato de ser considerada intermediária dimensional, sendo reconhecida por filósofos, religiosos e pensadores como elemento capaz de promover a transcendência.

Ela já foi considerada como o espaço onde se refugiava a pedra da loucura e René Descartes, em sua obra “A alma e o corpo”, chamou a pineal de a “porta da alma”, dizendo que a alma está ligada ao corpo por essa glândula.

Podemos dizer que glândula pineal, também conhecida como epífise, é mais que uma glândula, pois ela também se afigura como um órgão sensorial. Dizemos que é glândula, pois produz um hormônio, a melatonina. Como órgão sensório, ela é capaz de transformar o magnetismo em neuroquímica. Esse mecanismo é capaz de captar parte da luz que entra pelos olhos e assim regular o ciclo de vigília e sono. Os ciclos se alternam sendo que a cada 90 minutos ficamos predispostos ao sono, e a cada 90 minutos ao estado de alerta, além do ritmo circadiano de 12 em 12 horas.

Além disso, ela tem importante função endócrina: quando na puberdade, ela desbloqueia o funcionamento das glândulas sexuais para que produzam hormônios e possibilitem aos seres ficarem férteis. Outras funções regulam os ritmos neurológicos ao longo da vida, seja na parte biológica ou na parte psíquica – o humor, entre outras.

A abertura para a quarta dimensão

A pineal é o único órgão corporal que se relaciona com a dimensão espaço-tempo, a quarta dimensão. Vivemos em três dimensões, e nosso relacionamento com a quarta se dá através do tempo. A pineal, por sua característica, consegue transcender nossa dimensão e obter conhecimento de atividades de outras dimensões.

Ela tem capacidade de captar o campo eletromagnético carregado de informações como um rádio. Porém todas as informações e dados, para ter algum valor, precisam ser decodificados por outras áreas do cérebro, como o córtex frontal, para que esse mecanismo sensório-perceptivo tenha algum proveito.

Então, para manter intercâmbio com outras esferas não é suficiente apenas a pineal, mas também toda a estrutura que a liga até o córtex frontal, local de assimilação e seleção das informações obtidas. Por exemplo a mediunidade é uma atividade sensório-perceptiva, onde além de captar informações deve existir uma acurada análise e seleção daquilo que foi captado.

A oração nos harmoniza com o plano espiritual

Quando falamos de espiritualidade, se mantivermos nossas mentes abertas para o conhecimento, iremos perceber que o que se conhece como fenômenos nada mais são do que as leis da natureza agindo de um modo que ainda não conseguimos aferir. A ação do espiritual se dá através de campos eletromagnéticos. No caso, temos a espiritualidade, através do campo magnético, influindo no cérebro.

O fenômeno da mediunidade, apesar de ser uma das peças basilares do espiritismo, também é usado em outras expressões religiosas como elemento para interação com o mundo espiritual. E isso se dá pela capacidade da pineal de captar as ondas eletromagnéticas, constituindo-se assim como uma função biológica do ser humano.

Todos aqueles que fazem o uso da prece de certa forma estão acionando sua capacidade de harmonizar-se com algum plano espiritual, não importando se for católico, evangélico ou outras profissões de fé. Essa capacidade de mediar, de ser um instrumento de comunicação entre planos distintos, são uma qualidade natural, portanto presente em todas as religiões.

Estes processos de intercâmbio se dão pelo campo magnético, que é transformado pela pineal em impulsos neuroquímicos, que são transmitidos às regiões do cérebro destinadas à decodificação e análise do que foi captado.

Outro fator interessante sobre a pineal é que ela forma cristais de apatita. Tais cristais atuam em consonância com a glândula. Em pesquisas, foi observado que pessoas com elevados índices do cristal na pineal possuem uma capacidade maior de reter e dominar campos eletromagnéticos e mais facilidade para exercer a incorporação, onde se integram as informações mentais de algum ser de outro plano.

 

José Batista de Carvalho

 

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