O perdão é uma energia que transforma a vida

O nosso corpo se ressente com antigos ressentimentos

No post de ontem, Desatando o terceiro nó – Harmonize  o seu ser, harmonize sua vida, você teve a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o nosso corpo: os vários elementos que se integram para conferi-lhe a totalidade, os motivos e decorrências dos desequilíbrios no fluxo de energia, e, finalmente, como harmonizá-lo para reintegrar-se a uma energia positiva e fluídica de bem-estar e serenidade.

Apesar de ser uma estrutura forte e resistente, ainda assim nosso corpo –  seja no nível mental, emocional ou espiritual – apresenta fragilidade perante acontecimentos que ficam negativamente impregnados em seus recônditos energéticos.

Quando deixamos que energias do passado se prendam ao nosso corpo, carregamos isso pela vida como um pesado fardo, uma bagagem desnecessária em nossa viagem terrena. Esse peso pode redundar em diversos tipos de inconvenientes:

– retarda nosso passo e nossa caminhada rumo ao melhor desenvolvimento e aprimoramento de nossas qualidades  fatores estes que nos impulsionam para concretizar realizações e obter melhor qualidade de vida

– acomete nosso físico com desequilíbrios de todo tipo, sejam dores crônicas, enfermidades ou mesmo acidentes, comprometendo nossa disposição e motivação

– esmaga nosso ânimo e entusiasmo ocasionando desarmonias emocionais de toda ordem, seja uma leve mas diária irritação até um estado mais profundo de abatimento

De acordo com o espírito Hammed, no livro Renovando Atitudes“, psicografado por Francisco do Espírito Santo Neto, “Muitos de nós ficamos constantemente tentando provar que sempre estivemos certos e que tínhamos toda a razão; outros ficam repisando os erros e as faltas alheias. Mas, se quisermos saúde e paz, libertemo-nos desses fardos pesados, que nos impedem de voar mais alto, para as possibilidades do perdão incondicional.”

Perdoar não é esquecer as marcas que ficaram

Não há como retornar ao passado para reparar nossos atos ou pedir reparação a terceiros por ações que eles tenham protagonizado. Portanto, para nos vermos livres desses entraves presentes em nossa memória, devemos usar a melhor –  e talvez a única –  ferramenta de que dispomos para tal ação: perdoar.

“Perdoar não significa esquecer as marcas profundas que nos deixaram, ou mesmo fechar os olhos para a maldade alheia.”

Seguindo com as palavras de Hammed, “por não recordarmos que o  perdão a nós mesmos e aos outros é um poderoso instrumento de cura para todos os males, é que impedimos o passado de fluir, não dando ensejo à renovação, e sim a enfermidade e desalentos.

Perdoar não significa esquecer as marcas profundas que nos deixaram, ou mesmo fechar os olhos para a maldade alheia. Perdoar é desenvolver um sentimento profundo de compreensão, por saber que nós e os outros ainda estamos distantes de agir corretamente. Por não estarmos, momentaneamente, em completo contato com a intimidade de nossa criação divina, é que todos nós temos, em várias ocasiões, gestos de irreflexão e ações inadequadas.”

Naturalmente, todo mundo é livre para fazer suas escolhas. Portanto, só depende de você continuar enredado nessa malha de negatividade ou libertar-se desses pesos e sentir-se mais leve e disposto para a vida.

 

Noemi C. Carvalho

 


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