No Dia Mundial da Saúde Mental, o que você precisa saber


A Federação Mundial de Saúde Mental institui, em 1992, a data de 10 de outubro como O Dia Mundial da Saúde Mental.

O tema deste ano é Prevenção de Suicídio. A cada 40 segundos, uma pessoa morre por suicídio. No Dia Mundial de Saúde Mental as Nações Unidas estão lembrando esse número e pedindo mais esforços para combater o problema.

Os problemas relacionados à saúde mental são considerados pela OMS (Organização Mundial de Saúde) uma prioridade devido ao grande número de dias de incapacidade que o transtorno mental pode causar.


A saúde mental é essencial para a qualidade de vida e bem-estar.

A saúde mental positiva permite que as pessoas realizem todo o seu potencial, lidem com o estresse da vida, trabalhem produtivamente e contribuam para as comunidades em que vivem.

A doença mental é a principal causa de incapacidade global. Estima-se que mais da metade da população sofra de pelo menos um transtorno mental em algum momento de suas vidas.

Pela sua característica de acometimento em pessoas jovens, os transtornos mentais, principalmente os mais graves, como esquizofrenia e transtorno afetivo bipolar, trazem impacto significativo não só na vida do paciente, como também na de seus familiares.

Outros como a depressão e quadros ansiosos, podem igualmente levar a um grande sofrimento subjetivo.

Os homens são os mais afetados pelos problemas emocionais recorrentes.

Os homens têm uma taxa de suicídio mais alta comparativamente com as mulheres, numa proporção de 5:1. Não está claro por que mais homens do que mulheres se suicidam.

Alguns sugerem que os homens são mais propensos a “seguir em frente” e manter seus pensamentos e sentimentos para si mesmos. Eles também são mais propensos a escolher métodos de suicídio com menor chance de sobrevivência.

Existe uma cultura que faz parecer que os homens serão retratados como fracos se procurarem ajuda. Quebrar essas barreiras permitiria às pessoas, especialmente aos homens, obter ajuda oportuna, e isso reduziria o risco de suicídio.

Os desequilíbrios emocionais devem ser tratados, como outra doença qualquer.

É importante lembrar: transtornos mentais são doenças como quaisquer outras e, desta forma, passíveis de tratamento com grande chance de melhora e cura em muitos casos.

Reconhecer estes transtornos como doenças ajuda a vencer o preconceito de se falar sobre o assunto e mesmo de identificar casos que exijam atenção ao nosso redor.

Muitos preconceitos já foram vencidos e hoje as famílias e a sociedade conversam livremente sobre temas como sexo, drogas e outros tantos temas censurados anteriormente. Por que não também se conversar sobre isto?

O primeiro passo é vencer o preconceito de pedir ajuda. Transtornos mentais são doenças e, como tal, podem ser tratados.

Eles acompanham a história da humanidade: relatos de quadros depressivos podem ser encontrados em textos antigos, como em poemas gregos e na Bíblia. Psiquiatras são médicos como todos os outros e os mais qualificados a tratar destas doenças.

O mais importante é que as pessoas saibam que o suicídio está sempre associado a uma forma de sofrimento psíquico e emocional em que é preciso ajuda.

O importante é que as pessoas deem um passo para buscar ajuda. Buscar ajuda oportuna definitivamente ajuda a superar momentos difíceis. Agir vale a pena. Procure ajuda. Peça ajuda.

 

Compilação de informações da Santa Casa de Misericórdia de São PauloTimes of MaltaONU News

 

 


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