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A maratona de orações marianas pelo fim da pandemia

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O Papa Francisco convocou a maratona de orações a Nossa Senhora pela sua intercessão na pandemia.

O Papa Francisco convocou, durante todo o mês de maio, a maratona de orações marianas para implorar pelo fim da pandemia. A iniciativa foi aberta pelo Papa na Basílica de São Pedro e concluída pelo próprio Pontífice nos Jardins Vaticanos.

A pandemia dizimou cinco anos de progresso econômico, levando 100 milhões de trabalhadores à pobreza, conforme indica um relatório da Organização Mundial do Trabalho, que apela à comunidade internacional para uma estratégia coordenada e global.

São cem milhões de homens e mulheres esmagados pela crise provocada pela pandemia. Esta é a fotografia tirada pela Organização Mundial do Trabalho, que desenha um cenário sombrio: uma rota que só pode ser revertida em 2023, evidenciando cinco anos de progresso econômico jogados ao vento.

Patriarca de Babilônia dos Caldeus: “Maria nos ama e é nossa esperança”.

O encerramento da maratona de orações foi celebrado em 31 de maio, na igreja dedicada a São Paulo localizada em Bagdá, pelo patriarca da Babilônia dos Caldeus, no Iraque, cardeal Raphael Louis I Sako.

A pandemia da Covid 19 que está semeando dor e medo em toda a família humana “não é um castigo de Deus, mas o resultado do comportamento errado do ser humano para com o meio ambiente e a vida, e de sua busca desesperada por dinheiro, que alimenta a proliferação de armas e prepara novas guerras”, afirmou o patriarca.

Durante a celebração, o cardeal disse que “Diante da emergência da pandemia os líderes do mundo devem mudar sua mentalidade, assumir suas responsabilidades e ocupar-se do futuro da humanidade e da custódia da natureza.”

O patriarca de Babilônia dos Caldeus, afirma que os fiéis reconhecem que Deus ama os seres humanos e quer sua salvação, e rejeitam a ideia de que o mal e a dor são “castigos” desejados pelo Todo-Poderoso.

Mesmo na pandemia, os fiéis podem “confiar em Deus, nosso Pai”, e abraçar “o sofrimento de nossos irmãos que padecem as consequências do contágio”.

Segundo o cardeal, Deus “quer que, mesmo quando estamos angustiados, sintamos sua proximidade amorosa conosco, e que nos sintamos cada vez mais atraídos por Ele”.

Concluindo sua homilia, o patriarca de Babilônia dos Caldeus e primaz da Igreja caldeia convidou todos a se confiarem “à intercessão de Maria, nossa Mãe, que nos ama e é nossa esperança”.

O Papa Francisco encerra a maratona nos Jardins Vaticanos.

O Papa Francisco celebrou o encerramento da maratona de orações pelo fim da pandemia nos Jardins Vaticanos, diante de uma imagem de Nossa Senhora Desatadora de Nós.

A pintura retrata Nossa Senhora desatando os nós de uma fita branca segurada por dois anjos, rodeada de cenas bíblicas que se referem simbolicamente a imagens de esperança, misericórdia e vitória sobre o mal.

O Papa disse, no início da celebração, que “são tantos os nós que pressionam nossas existências e prendem as nossas atividades. São os nós do egoísmo e da indiferença, nós econômicos e sociais, nós da violência e da guerra”.

E por isso implorou à Virgem Maria: “Te pedimos, ó Mãe Santa, desata os nós que nos oprimem material e espiritualmente, para que possamos testemunhar com alegria o teu Filho e nosso Senhor, Jesus Cristo.”

A oração do Papa a Nossa Senhora Desatadora de Nós.

O Papa Francisco também fez uma oração a Nossa Senhora Desatadora de Nós.

“Ó Maria, tu sempre resplandeces em nosso caminho como sinal de salvação e esperança.
Entregamo-nos a Ti, Saúde dos enfermos, que junto à Cruz estivestes associada à dor de Jesus, mantendo inabalável a tua fé.
Tu, que sabes desatar os nós da nossa existência e conheces os desejos de nosso coração, vem em nosso auxílio.
Estamos confiantes de que, como em Caná da Galileia, farás com que possa voltar a alegria e a festa em nossas casas, após este momento de provação.
Ajuda-nos, Mãe do Divino Amor, a conformarmo-nos à vontade do Pai e a fazer aquilo que nos disser Jesus, que assumiu os nossos sofrimentos e carregou as nossas dores para nos conduzir, pela Cruz, à alegria da ressurreição.
Amém”

Com informações de Vatican News

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