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A razão espiritual para cuidar bem da nossa saúde

silhueta de mulher praticando Yoga cuidar da saúde

Nosso corpo é uma morada temporária pela qual somos responsáveis.

A vida é um bem que nos foi concedido para nossa guarda. Para viver essa vida, nos foi dado um corpo. Ele não é exatamente nosso, porque chega uma hora em que temos que “devolvê-lo”. Mas nós temos a responsabilidade de cuidar dele durante o tempo que o ocupamos e, consequentemente, da nossa saúde.

Para ilustrar, digamos que seria como se você aluga um imóvel. Você vai morar lá e se compromete a cuidar dele, zelar pelo seu bom funcionamento, afinal é interesse seu também que tudo esteja funcionando bem.

Então podemos até dizer, a grosso modo, que o nosso corpo, é algo como uma morada temporária que Deus nos concedeu para nós usarmos e cuidarmos.

O que acontece se não cuidarmos bem da nossa morada?

Por vários motivos, pode acontecer de não agirmos da melhor forma com a preservação da nossa saúde. Se, por exemplo, nos expusermos a frio intenso, algumas coisas no nosso organismo podem se deteriorar. Partes do corpo expostas podem ser congeladas, a inalação do ar gelado vai afetar nossos pulmões e podemos morrer porque não nos protegemos como precisaria.

Com o calor excessivo também podemos ser afetados se não nos hidratarmos bem, se ficarmos muito expostos ao sol nos períodos mais quentes do dia, e assim colocamos em risco nossa saúde e, inclusive, a própria vida.

E o mesmo se dá com relação à ingestão de produtos que podem também trazer sérios prejuízos à nossa saúde e terminar, da mesma forma, com a vida de nosso corpo: o consumo de álcool, fumo e outras drogas, comer em demasia ou mesmo não se alimentar direito.

Além disso, hábitos de higiene, de relações sexuais, bem como a higiene mental – alimentar pensamentos de ódio, raiva, vingança – também afetam o funcionamento ideal de nosso corpo.

Por que tomar cuidado se vamos todos morrer?

Mas você pode então perguntar: “Afinal, não vamos todos morrer? Que diferença faz?” Sim, é certo que vamos todos morrer, porque temos um “prazo de validade” nesta Terra. Mas enquanto estamos aqui, é nosso dever zelar pela moradia que nos foi confiada.

A morte é inevitável, é o fim de um ciclo que se inicia quando nascemos. Mas nós assumimos um compromisso.

Então, para Deus e para as leis da espiritualidade, quando morremos porque não cuidamos da melhor forma do corpo e da vida que estava sob nossa guarda, somos considerados suicidas. André Luiz, no livro Nosso Lar, conta sua surpresa ao saber disso, que foi o que aconteceu com ele.

O corpo morre, a vida material como a conhecemos tem um fim. A vida espiritual, entretanto, não se extingue e, mesmo sem a nossa “armadura” material, continuamos vivos. Só que, em vez de nos movermos e ficarmos sujeitos às leis físicas do plano material, nos movemos e vivemos no âmbito do plano espiritual.

Ao cuidar agora da saúde estamos cuidando do nosso bem-estar eterno.

A nossa vida no plano físico não é uma coisa aleatória, à toa, não é só nascer, morrer e fazer o que der na telha nesse meio tempo. Muito mais do que isso, a vida terrena nos dá a chance de aprender algumas coisas que só a experiência de viver aqui pode nos oferecer.

Por exemplo, como retratado no conto de Walsch sobre a Pequena Alma, uma das nossas missões mais importantes é aprender a perdoar. Não é à toa que Jesus disse que devemos perdoar “setenta vezes sete”, ou seja, infinitamente – porque ninguém vai marcar no caderninho quantas vezes perdoou.

E cada um de nós tem aptidões diferentes a desenvolver, falhas a corrigir, aprendizados a aprofundar. Só para citar algumas coisas, temos o nosso ser interior para conhecer profundamente, os nossos medos para confrontar, as nossas emoções para aprender a controlar.

Além disso, também precisamos saber usar a força do pensamento, conhecer a verdadeira vida que se estende muito além da nossa passagem pela Terra, praticar a compaixão, a humildade, manter a serenidade.

Em matéria de autoconhecimento, o currículo é obrigatório mas o prazo é flexível.

O autoconhecimento é um programa obrigatório, mas ao contrário de uma escola como a que estamos acostumados, não temos uma agenda definida, um prazo a cumprir, nem ninguém nos cobrando resultados.

Somos livres para seguir nosso ritmo, e o que não somarmos como conhecimento numa vida… bem, teremos várias reencarnações que vão nos dar a chance de desenvolver nossos potenciais.

Portanto, cuidar da nossa saúde e da preservação da vida é a base para levarmos adiante o compromisso que temos conosco mesmos de sermos melhores e mais felizes.

Noemi C. Carvalho

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