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A tristeza e o sofrimento não duram para sempre

Às vezes parece que o sofrimento nos procura e a tristeza vem para ficar.

Mas se você parar para lembrar, pense em quantas e quantas vezes você já sentiu isso. E depois passou. O sofrimento não dura para sempre.

Agora, a dor parece que existe desde sempre e a impressão é que ela nunca mais vai terminar. Mas você sabe que não é assim. Ela só voltou. E, do mesmo jeito, ela também vai embora. Como as ondas no mar. Como as flores na natureza.

Falando em flores, leia a seguir o texto de Luiza, do CVV – Belém (PA):

O CAMINHO DO FLORESCER

“O que o sol faz com as flores” é uma coletânea de poemas da Rupi Kaur, dividida em cinco partes: murchar, cair, enraizar, crescer e florescer. Em cada um dos capítulos, a escritora nos leva a fases de sua vida e de sua família que foram importantes na construção da sua personalidade e seu desenvolvimento pessoal.

Os ciclos de uma planta servem de metáfora para a nossa própria vida, um lembrete de que nada é permanente, de que os bons e maus momentos se alternam e vivenciá-los com paciência e resiliência é uma característica da sabedoria.

Murchar e cair, por exemplo, são fases que todos querem pular, sem lembrar que só murcha aquilo que um dia já floresceu. Ter estado em toda sua exuberância, portanto, é uma fase que antecede à queda, que posteriormente é sucedida por um novo ciclo de enraizamento, que aqui pode ser lido como a solidificação das nossas forças, a consolidação de nossas virtudes, que servirão de alicerce para um novo crescer e florescer, que nunca chega do dia para a noite.

São ciclos que se repetem ao longo de toda a nossa existência e percebê-los pode ser um antídoto para o sonho impossível de manter-se sempre em linha reta, no caminho do sucesso e crescimento.

Uma lição da natureza é que tudo tem seu tempo e que respeitar a fase em que estamos pode ser uma forma mais tranquila de encarar a jornada, afinal, estações vêm e voltam e são necessárias. Ninguém cai e floresce em seguida, ninguém floresce para sempre.

 

Luiza

CVV  – Belém (PA)

 

reprodução de publicação do Centro de Valorização da vida – CVV

 


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