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Como conquistar o autoconhecimento com as orientações do médium espírita Divaldo Franco

Mulher na posição de lótus em sua cama no quarto conquistar o autoconhecimento

O caminho que leva ao conhecimento de si mesmo.

Nunca se tornou tão urgente buscarmos meios para conquistar o autoconhecimento e assim, de posse das nossas virtudes inatas, com as qualidades que fazem parte de nosso ser, produzir os meios necessários para enfrentar as grandes mudanças que este vírus está causando em todo o globo.

O modelo de nossa antiga realidade baseava-se na identidade do indivíduo construída através de sua capacidade de consumo. Entretanto, essa sistemática afasta o ser de si mesmo ao empoderar as inúmeras personas nascidas nas dores emocionais geradas por conflitos e frustrações.

Em vista da realidade nova que precisamos construir, vamos fazer dessas dificuldades que estão transformando o mundo a grande oportunidade para conquistar o autoconhecimento e resgatar, então, o nosso verdadeiro ser e suas potencialidades e virtudes.

O caminho nos foi revelado pelo trabalho de Allan Kardec na questão 919 de ‘O livro dos espíritos’: “Qual o meio prático mais eficaz que tem o homem de se melhorar nesta vida e de resistir ao arrastamento do mal?

“Um sábio da antiguidade vos disse: ‘Conhece-te a ti mesmo.O conhecimento de si mesmo é, portanto, a chave do progresso individual. Perquira a sua consciência aquele que se sinta possuído do desejo sério de melhorar-se, a fim de extirpar de si os maus pendores.”

Divaldo explica como conquistar o autoconhecimento.

Uma forma para realizar essa conquista nos foi apresentada pelo médium espírita Divaldo Franco, em uma live da Mansão do Caminho realizada em 10 de maio de 2020.

Divaldo, com sua retórica sempre inspirada e a sua sublime energia, nos explica, em resumo, como ele tem feito para conquistar seu próprio autoconhecimento.

“O autoconhecimento é a viagem para dentro, devemos dedicar, pelo menos duas vezes por semana, 20 minutos para fazer uma autoanálise, para então nos perguntarmos: ‘Qual é a minha missão na Terra?’

Deus criou todos os Espíritos simples e ignorantes, isto é, sem saber. A cada um deu uma missão, com o fim de esclarecê-los e de os fazer chegar progressivamente à perfeição, pelo conhecimento da verdade […]” (O Livro dos Espíritos, resposta da questão 115)

Como observamos pela resposta dos elevados espíritos de luz, cada um de nós traz, quando volta para a Terra, um propósito, um desígnio Divino que nos é concedido na forma de nossas virtudes,  qualidades e potenciais que possuímos em estado latente para serem desenvolvidos e, assim, trazer nossa contribuição para o planeta.

Como se autoconhecer.

Para alcançar esses Divinos potenciais, o caminho é o autoconhecimento, e Divaldo nos orienta como conquistar o sucesso nessa jornada.

“As técnicas em psicologia reflexiva recomendam ficarmos defronte de um espelho e fazemos a pergunta até despertar o nosso inconsciente a dar a resposta que jaz ali correta, mas nós não sabemos. Mas quem tiver qualquer dificuldade de concentração, vá para a cama, fique em uma posição de lótus, numa posição confortável que respire bem, que não tenha nenhum músculo sendo comprimido ou alguma artéria, para provocar incômodo, e então diga assim:

– O que é que eu devo fazer de mim mesmo?
– Qual é a minha maior dificuldade?
– É o ciúme, será? É a ignorância, será o medo?

Descubra pelo menos três inimigos básicos, e depois de descobri-los, trabalhe. Uma semana trabalhe um, e assim sucessivamente, e depois volte, até superá-lo.

Como vemos, precisaremos trabalhar para superar nossos inimigos interiores, os vícios, os sentimentos impuros, bem como as influenciações inferiores que querem nos afastar da transformação para o bem.

Os elementos básicos para a transformação interior.

Divaldo detalha como podemos realizar essa transformação:

“Eu diria que há três elementos básicos para nossa transformação.

Primeiro é trabalhar o amor. Todos nós nascemos sem o sentimento do amor, com o instinto de apoio, de amparo que nos dá a preservação da vida. Então começamos a amar fazer uma seleção das pessoas que nos são antipáticas, mas ele não tem culpa, ela não tem culpa de ser antipática, é que eu implico facilmente.

E vamos melhorando-nos. Então, neste primeiro trabalho, vamos ser gentis com as pessoas difíceis e as pessoas difíceis serão gentis conosco. Primeiro amar, tente amar.

Segundo, não desista dos pensamentos bons, os técnicos diriam, não desista dos seus sonhos. Pois esses sonhos são a vida, são a beleza.

Terceiro, faça o bem. Seja qual for o bem, faça, por menor que seja e não divulgue, para se tornar natural, faça-o pelo prazer de fazer.”

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Agir para construir um mundo melhor.

“Eu estava olhando há poucos dias o ‘facebook’, infelizmente tenho pouco tempo, mas sempre que tenho eu olho para aprender. E alguém comentava: havia no chão uma criança com várias pipas e a criança parecia estar dormindo sobre o cimento, continua falando Divaldo.

E então o missivista que colocou no ‘face’ disse assim, “todo mundo passa e ninguém enxergou a criança, mas eu quero expô-la.”  E eu perguntei: O que é que ele fez pela criança? Expor não resolve o problema.

Ele deveria ter descido do seu alto ego e ter perguntado: “Olá, posso ser útil? Quer uma comidinha, quer um copo de leite? O que é que você quer? Você hoje não vendeu nenhuma pipa? Vamos ali à lanchonete, eu estou com vontade de lanchar, quer ir comigo?”

Faça, não espere que os outros façam. Não seja o crítico inoperante, inútil que fica do lado só criticando, vá e faça.  E se alguém lhe criticar, sorria e diga assim: “Eu era também assim.”

Então, aí estão os três requisitos: o amor, nós temos que desenvolver o  sentimento de amor à luz da caridade, e olharmos o nosso próximo com mais simpatia, isto nos ajuda.

 Digo porque são as técnicas que eu uso para mim mesmo.”

O que mais dizer? Devemos basear o trabalho na coragem de se olhar e na humildade de encarar as marcas que deformam a face refletida no espelho, buscando na sublime energia do amor a força necessária para retirar tudo o que nos afasta de nosso verdadeiro ser.

E assim, libertos das deformidades que os vícios e erros impuseram, possamos ser a luz que desvendará os novos caminhos para a humanidade.

José Batista de Carvalho

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Um comentário

  1. Tânia Maria

    Muito lindo esse texto. Apreciei bastante. Traz um bom conforto. Parabéns por tão belas e sábias palavras.

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