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Como manter a vibração da energia positiva durante o ano

silhueta de homem sob fachos de luzes coloridas

Os dias ainda são novos, a vibração da energia ainda é boa, mas logo os velhos hábitos retornam.

Os primeiros dias do ano guardam ainda o clima festivo, paira no ambiente a vibração da energia positiva, um convite à alegria e à esperança, à renovação e à reconstrução – de si próprio e da vida.

Por alguns dias procuramos nem pensar em tristezas, dissabores e preocupações. Mas por quanto tempo conseguimos manter o clima inspirado e animado, até que todos os arquivos mentais que estão nas profundezas de nós mesmos voltem à tona, instigando a volta dos antigos clichês mentais, das velhas recordações prejudiciais, dos hábitos desgastantes de pensamentos incertos e adversos?

Logo começamos a realimentar as fontes que nos prendem ao fluxo das energias perturbadoras, das lembranças dos eventos desagradáveis que mantemos registrados no mais profundo de nosso ser, mesclando mágoas e medos, culpa e condenação, insegurança e insatisfação.

A renovação do ano pede a renovação pessoal.

Para conseguirmos a renovação que desejamos para a nossa vida, precisamos começar pela renovação interior. Enquanto mantivermos nossas antigas condutas de pensamento e atitude, não conseguiremos efetivamente fazer a transformação externa que desejamos.

O exterior é reflexo de nosso interior – certamente você já viu isso inúmeras vezes. Sei que pode parecer difícil aceitar ou mesmo entender esse conceito. Mas, como diz o “Curso em Milagres” no que se refere à prática dos exercícios propostos, você não precisa aceitar ou acreditar: coloque em prática. Com o tempo você vai notar a diferença na sua vida, e a manifestação vai ser a prova que você queria.

A renovação interior vai possibilitar uma transformação do modo de pensar. E isto vai facilitar transformações na realidade externa, naquilo que queremos realizar.

Como fazer a renovação interior para manter a vibração da energia positiva.

De acordo com Hammed, um dos mais eficazes meios de que dispomos para essa renovação pessoal é o perdão: “Por não recordarmos que o perdão a nós mesmos e aos outros é um poderoso instrumento de cura para todos os males, é que impedimos o passado de fluir, não dando ensejo à renovação, e sim a enfermidade e desalentos.”

Não adianta querermos viver um “faz-de-conta” quando se trata de feridas emocionais, simplesmente evitando pensar no que aconteceu. Não adianta dizer “não faz mal, já passou”, se lá no fundo aquilo ainda incomoda. Reconhecer o que nos afetou é um passo fundamental, porque só podemos lidar com aquilo que cuja existência reconhecemos. Como você vai olhar para o que não vê?

E não existe outra maneira de superarmos essas questões que nos incomodam, a não ser quando nos dispomos a vê-las e senti-las, mas de uma forma diferente. Fazer a transformação do sentimento atrelado ao fato é a parte mais difícil do processo. É aí que entra a necessidade de praticar o ato de perdoar.

Perdoar é abrir mão.

Como qualquer outra coisa em nossa vida, o perdão também é uma atitude que podemos praticar, treinar e na qual podemos nos aperfeiçoar.

É importante tirar do perdão o antigo conceito de que perdoar é ser bom para o outro. Quando perdoamos, estamos sendo bons para nós mesmos. Estamos nos libertando dos fardos emocionais que nos impedem de ter uma vida melhor, do jeito que achamos que ela pode ser melhor para nós.

Perdoar muitas vezes implica em abrir mão de uma disputa infrutífera para responder àquela tradicional e simples pergunta: “Você prefere ter paz ou ter razão?” De nada vale ficar tentando convencer o outro da sua convicção quando ele tem a dele. Pensamentos diferentes, personalidades diferentes, estágios evolutivos diferentes, tanta coisa entra nesse embate.

Perdoar é ser humilde para aceitar a condição do outro. E, naturalmente, a nossa própria condição.

Perdoar não é esquecer as marca profundas, mas aprender a seguir em frente.

O importante na prática do perdão é reconhecer nossas falhas e nos empenharmos em corrigi-las. Não somos seres perfeitos, mas seremos imperfeitos se usarmos o perdão próprio só como um artifício para continuarmos errando sem sentir culpa ou remorso.

Em relação aos outros, o perdão significa aceitar, da mesma forma, sua condição de imperfeição, de modo que suas ações não nos afetem mais de modo prejudicial.

Assim cortamos os vínculos energéticos que nos mantêm ligados aos nossos ofensores toda vez que relembramos o mal sofrido. Aceitar sua falibilidade como seres humanos e perdoá-los corta essas amarras e nos permite a liberdade de podermos seguir com a nossa vida.

“Perdoar não significa esquecer as marcas profundas que nos deixaram, ou mesmo fechar os olhos para a maldade alheia. Perdoar é desenvolver um sentimento profundo de compreensão, por saber que nós e os outros ainda estamos distantes de agir corretamente. Por não estarmos, momentaneamente, em completo contato com a intimidade de nossa criação divina, é que todos nós temos, em várias ocasiões, gestos de irreflexão e ações inadequadas.” – Hammed

Para orientar os seus projetos para este novo ano, não perder o pique e o ânimo, e manter o entusiamo da vibração da energia positiva, veja as dicas que o Batista colocou no post Programa para um novo Ano Novo de realizações, mas lembre-se de não deixar para começar “depois”.

Comece desde já a fazer seu ano bom, renovado e realizado.

 

Noemi C. Carvalho

 


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