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Como orar, segundo o Espiritismo

Como deve ser o ato de orar, segundo os mensageiros do Espiritismo.

Os Espíritos da Codificação, no Capítulo XXVIII de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, por Allan Kardec, explicam como orar.

A oração, nos esclarecem eles, deve ser um ato de compreensão e reverência, não uma recitação mecânica de palavras ou uma demonstração vazia de piedade.

Afinal, a oração é uma comunicação íntima com a divindade, onde nós expressamos os nossos anseios, os nossos agradecimentos e fazemos, também, os nossos pedidos de orientação.

A oração deve ter palavras difíceis e frases rebuscadas?

A simplicidade, a clareza e a concisão são características essenciais de uma prece genuína.

Ao invés de se perder em palavras excessivas e desnecessárias, nós devemos nos concentrar no que realmente importa: a sinceridade e a profundidade do nosso sentimento.

A prece não é uma ferramenta para exibicionismo egoico, mas sim um canal para a introspecção e para a reflexão, que nos permite buscar a melhoria contínua.

É importante a duração da prece?

A prece, como explica “O Livro dos Espíritos”, não é uma questão de quantidade, mas sim de qualidade.

Ou seja, o mérito não está na duração da prece, mas na pureza de seu propósito e na verdade de seu sentimento.

Orar muito, mas sem sinceridade e sem o desejo genuíno de se tornar uma pessoa melhor, é um exercício vazio, segundo os esclarecimentos do Espiritismo.

O fato de rezar nos permite ignorar os nossos erros?

Aqueles que oram, mas que ainda mantêm um caráter ruim, que são orgulhosos, arrogantes, invejosos, rancorosos, carecem de benevolência e de indulgência ou mantêm vícios, estão se enganando.

O ato de orar não é um salvo-conduto para ignorar os nossos defeitos, mas sim um convite para reconhecê-los e, então, trabalhar para superá-los.

A prece é um instrumento para a transformação interior.

A prece não é um mero conjunto de palavras a ser repetido, mas um compromisso que deve ser praticado no dia-a-dia.

Na verdade ela é uma jornada de autodescoberta, um caminho para a autotransformação e um compromisso com a prática do bem.

Portanto, cada prece deve ser um passo na direção de se tornar uma pessoa melhor, mais amorosa e mais consciente.

Faça da prece um hábito diário e desfrute desse manancial de paz e serenidade.

José Batista de Carvalho

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