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Como os relacionamentos ficam atrelados nas reencarnações

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Os ajustes dos relacionamentos problemáticos de outras existências.

Pelas reencarnações os espíritos têm a oportunidade de reestabelecer os relacionamentos de outras vidas que causaram problemas e, assim, ficam atrelados à atual existência, para se ajustar àqueles que em vidas passadas se tornaram inimigos.

A reencarnação é um dos pilares básicos do Espiritismo. É o processo pelo qual os espíritos transitam entre o plano espiritual – a verdadeira morada do espírito – e o plano material, onde se desenvolve o estágio de aprendizado que somente é possível graças ao confronto com a matéria e suas vicissitudes.

A reencarnação também é um reencontro energético que se expressa pela atração ou repulsa entre pessoas ou grupos de pessoas.

Isto ocorre, por exemplo, naquilo que conhecemos como afinidade e se apresenta como uma mútua simpatia entre pessoas, mesmo sem a necessidade de conhecimento prévio. Ou, então, o seu oposto: a ojeriza, a antipatia gratuita que sentimos por determinadas pessoas, mesmo que elas nunca tenham feito nada contra nós.

Esses encontros, tanto os favoráveis quanto os insuportáveis, se explicam pela vibração energética entre as pessoas que tem como base as relações de vidas passadas.  

Os espíritos ficam presos energeticamente, atrelados pelos relacionamentos através da reencarnações.

Na sociedade em que vivemos onde a demanda de relacionamentos é elevada, seja por questões familiares ou profissionais, muitos dos encontros carregados de antipatias se fazem necessários. Isso ocorre justamente para que as partes possam se ajustar e se desvencilhar dos aspectos negativos das relações energéticas do passado.

Estamos sempre ligados a quem nos feriu, bem como a quem nós causamos danos. A partir das experiências que causaram o conflito, os espíritos ficam presos energeticamente pela mágoa, pela raiva, pelo ódio ou pela tristeza. E mesmo que estejam distantes, constantemente estão fazendo uma troca de energias negativas.

Neste ponto, é interessante pontuar a importância do perdão, pois esse ato possibilita se desprender dos aspectos negativos que envolvem o relacionamento. E assim, dessa forma se libertar de todas os sentimentos prejudiciais e energias nocivas.

Muitos pensam que é muito difícil perdoar alguém que tenha causado um grande dano. Mas o perdão bem entendido é o esforço que se faz para se desligar da história que gerou conflito e da má emoção causada. Assim, a energia negativa reflui e os laços que enredavam os participantes se desfazem.

Como se proteger da vingança obsessiva.

“Reconcilia-te com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele.” – Jesus (Mateus, 5:25.)

Esse desprendimento possibilitado pelo perdão é muito importante, pois essas ligações, se não curadas, prosseguem inclusive após o desencarne. E, muitas vezes, as grandes perseguições espirituais que geram obsessões têm os seus inícios nesses conflitos.

Vários livros psicografados revelam os dramas das obsessões. E, constantemente, observa-se que os envolvidos possuíam relacionamentos enquanto encarnados, que se estendem e ficam atrelados em futuras reencarnações. E, em função de desentendimentos que evoluíram para graves conflitos, criam-se inimigos que estão sempre pensando numa forma de se vingar do adversário.

Muitas vezes essas contendas se estendem por muitos anos. Às vezes, até mesmo por séculos, onde os contendores se revezam nos papéis de perseguidor e de perseguido.

Nestas histórias é muito difícil encontrarmos vítimas, pois enquanto não houver o ajustamento e a reconciliação dos adversários o drama não se extinguirá.

A resposta para os perigos da vida.

São muitos os perigos da vida. E o maior deles é a não observância do ensinamento de Jesus: “Amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”.

Percebemos que ao não respeitar os companheiros de encarnação, fazendo a eles aquilo que não se quer para si próprio, os atritos vão se multiplicando, criando dor e sofrimento.

Agindo assim, as pessoas mais e mais se afastam da Divina força do Amor. Se afastam de Deus e ficam perdidos nas trevas da ignorância perdendo-se de si mesmo.

Ao caminharmos pelas cidades, encontramos tantas pessoas perdidas em si mesmas, sem consciência de que seus sofrimentos não são curados pelo consumismo desvairado. E que o vazio que sentem e as atormenta é, justamente, a distância que estão de si mesmas.

José Batista de Carvalho

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