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Nosso Lar, a colônia espiritual fundada por portugueses

ilustração de uma vista aérea da cidade espiritual Nosso Lar Nosso Lar fundada por portugueses

André Luiz conhece uma impressionante cidade.

Nosso Lar é uma colônia espiritual que foi fundada por Espíritos de portugueses que moravam no Brasil. Lá são acolhidas as pessoas depois de sua morte, isto é, os Espíritos libertos do corpo material que retornam ao plano espiritual.

André Luiz, pela psicografia de nosso saudoso Chico Xavier, contou muitos dos detalhes de funcionamento dessa cidade espiritual, no livro que leva o mesmo nome: ‘Nosso Lar’.

Numa das passagens, ele diz que ficou impressionado quando saiu pela primeira vez para conhecer a colônia, pois viu largas avenidas margeadas por árvores frondosas, o ar puro e uma atmosfera de grande tranquilidade, mesmo com o grande número de entidades que iam e vinham.

Passavam então pelo local onde se estabelecia o Ministério do Auxílio, um dos seis Ministérios responsáveis pela organização da colônia. Lísias, que acompanhava André Luiz durante seu período de recuperação, explica: “Tudo o que vemos, edifícios, casas residenciais, representa instituições e abrigos adequados à tarefa de nossa jurisdição. Orientadores, operários e outros serviçais da missão residem aqui.

Nesta zona, atende-se a doentes, ouvem-se rogativas, selecionam-se preces, preparam-se reencarnações terrenas, organizam-se turmas de socorro aos habitantes do Umbral, ou aos que choram na Terra, estudam-se soluções para todos os processos que se prendem ao sofrimento.”

A cidade espiritual Nosso Lar, fundada por portugueses que viveram no Brasil.

Lísias relembrou, então, a origem de Nosso Lar. Ele explicou que a cidade espiritual é uma “antiga fundação de portugueses distintos, desencarnados no Brasil, no século XVI.”.

Mas os trabalhos iniciais “foram desanimadores, mesmo para os espíritos fortes. Onde se congregam hoje vibrações delicadas e nobres, edifícios de fino lavor, misturavam-se as notas primitivas dos silvícolas do país e as construções infantis de suas mentes rudimentares.”

Os fundadores, entretanto, continuaram buscando fazer melhorias. Por isso eles observavam as obras realizadas pelos europeus que estavam no plano material, sempre movidos pela perseverança, pela solidariedade e pelo amor espiritual.

Seguindo com a caminhada, chegaram, enfim, a uma praça com belos jardins, onde se via um magnífico palácio cujas torres se perdiam no céu. Era a Governadoria, ponto inicial de onde partiram todos os esforços para a construção da colônia.

Todo o bem na Terra tem inspiração celestial.

Surpreso com todas as informações que recebia, André Luiz confessa nunca ter imaginado “a possibilidade de organizações tão completas, depois da morte do corpo físico.

Ao que Lísias, atencioso, responde explicando que, na verdade, “toda manifestação de ordem, no mundo, procede do plano superior.

A natureza agreste transforma-se em jardim, quando orientada pela mente do homem. E o pensamento humano, selvagem na criatura primitiva, transforma-se em potencial criador, quando inspirado pelas mentes que funcionam nas esferas mais altas.

Nenhuma organização útil se materializa na crosta terrena, sem que seus raios iniciais partam de cima.”, declara o bondoso companheiro de André Luiz.

Noemi C. Carvalho

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