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O dia em que o bem reinará na Terra

ilustração fotográfica com o globo terrestre cercado por campos de energia quântica bem reinará na Terra

A transformação da Terra explicada por São Luís.

A transformação da Terra num mundo melhor, onde então haverá menos sofrimento e violência, e onde a paz e a felicidade serão mais constantes é o que se chama de transição planetária. Muito se tem falado sobre isso ao longo dos tempos. Allan Kardec, ainda no século XIX, realizou uma compilação com as orientações dos elevados espíritos que se manifestaram para trazer novos conhecimentos e um maior entendimento. São Luís se refere ao tempo em que o “bem reinará na Terra”, e explica como isso vai acontecer. Leia a seguir.

“O bem reinará na Terra quando, entre os Espíritos que a vêm habitar, os bons predominarem, porque, então, farão que aí reinem o amor e a justiça, fonte do bem e da felicidade.

Por meio do progresso moral e praticando as leis de Deus é que o homem atrairá para a Terra os bons Espíritos e dela afastará os maus. Estes, porém, não a deixarão, senão quando daí estejam banidos o orgulho e o egoísmo.

Predita foi a transformação da humanidade e vos avizinhais do momento em que se dará, momento cuja chegada apressam todos os homens que auxiliam o progresso. Essa transformação se verificará por meio da encarnação de Espíritos melhores, que constituirão na Terra uma geração nova.

Então, os Espíritos dos maus, que a morte vai ceifando dia a dia, e todos os que tentem deter a marcha das coisas serão daí excluídos, pois que viriam a estar deslocados entre os homens de bem, cuja felicidade perturbariam. Irão para mundos novos, menos adiantados, desempenhar missões penosas, trabalhando pelo seu próprio adiantamento, ao mesmo tempo que trabalharão pelo de seus irmãos ainda mais atrasados.

Para a transformação da Terra é preciso que todos abram os seus olhos à luz divina.

Neste banimento de Espíritos da Terra transformada, não percebeis a sublime alegoria do Paraíso perdido e, na vinda do homem para a Terra em semelhantes condições, trazendo em si o gérmen de suas paixões e os vestígios da sua inferioridade primitiva, não descobris a não menos sublime alegoria do pecado original? Considerado deste ponto de vista, o pecado original se prende à natureza ainda imperfeita do homem. Que, assim, só é responsável por si mesmo, pelas suas próprias faltas e não pelas de seus pais.

Todos vós, homens de fé e de boa vontade, trabalhai, portanto, com ânimo e zelo na grande obra da regeneração, que colhereis pelo cêntuplo o grão que houverdes semeado.

Ai dos que fecham os olhos à luz! Preparam para si mesmos longos séculos de trevas e decepções.

Ai dos que fazem dos bens deste mundo a fonte de todas as suas alegrias! Terão que sofrer privações muito mais numerosas do que os gozos de que desfrutaram!

Ai, sobretudo, dos egoístas! Não acharão quem os ajude a carregar o fardo de suas misérias.”

São Luís “O Livro dos Espíritos”, Allan Kardec – Parte 4ª, Capítulo II, “Das penas e gozos futuros”

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