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O mistério insolúvel dos gatos pode nos ajudar a resolver problemas

Gatinho cinza com os olhos bem abertos nos olhando querendo resolver problemas
O mistério insolúvel dos gatos pode nos ajudar a resolver problemas.

Resolver problemas nem sempre é fácil.

Estamos sempre lidando para resolver problemas, achar a solução para uma situação difícil, decidir o que fazer quando surge uma dificuldade. Às vezes eles são mais complicados, outras vezes resolvemos rapidinho, e outra vezes eles realmente nos tiram o sossego.

Mas como podemos agir para não termos que travar lutas desgastantes quando as coisas não se resolvem do jeito que gostaríamos?

Em relação isso, estava lendo hoje uma reportagem da BBC  – sobre os estudos que já foram feitos para explicar como os gatos caem de pé.

E esse texto me levou a pensar em como essa habilidade pode ser comparada a algumas situações da nossa vida e nos ajudar a passar por certos problemas e desafios.

Mas antes de falar sobre isso, quero só destacar alguns pontos, por serem importantes para essa comparação, e outros só porque são mesmo interessantes. Se você quiser, pode ler o artigo na íntegra no site da BBC.

Os felinos desafiam a física e deixam os cientistas de cabeça quente.

Desde 1700, quando Isaac Newton ainda estava vivo, os cientistas já ficavam intrigados com essa capacidade conhecida como “reflexo de endireitamento de um gato”.

E, desde essa época, as comunidades de físicos de diversos países começaram a fazer pesquisas e desenvolver teorias que pudessem explicar esse fenômeno: como eles conseguem cair sempre de pé, mesmo que comecem a queda estando de costas?

Para ter uma ideia da importância dessa habilidade, na década de 1960 até a NASA entrou na corrida para desvendar o mistério, encomendando um estudo à Universidade de Stanford.

Ao que parece, o segredo não foi ainda revelado, porque as pesquisas continuam até hoje, no campo de estudos da robótica. Já foram criados inúmeros robôs tentando aplicar os princípios físicos dos felinos, mas até agora nenhum caiu de pé.

Entretanto, ainda que o mistério continue sem solução, no final da matéria de Gregory J. Gbur, uma frase chamou minha atenção: “Embora os físicos muitas vezes busquem a solução mais simples para um problema, a natureza busca o mais eficaz, independentemente de quão complicado seja.”

Mudando de assunto.

Como eu disse antes, esse texto me levou a refletir sobre como agimos frente a algumas situações da nossa vida.

Acredito que a maioria das vezes procuramos encontrar a solução mais simples para resolver um problema. Isso é natural, afinal é muito bom simplificar ao máximo tudo o que pudermos.

Muitas vezes precisamos ter jogo de cintura para resolver problemas onde a resposta simples não encaixa. Às vezes a gente precisa se adaptar, aprender a se virar, para poder cair de pé e sair andando.

Isto quer dizer que precisamos ser flexíveis, inclusive para não nos machucarmos. Assim como os físicos, procuramos a solução mais simples.

Mas a nossa essência, nossa alma, que é a nossa natureza divina, sempre vai nos levar àquilo que é mais eficaz para nós, para a nossa evolução e aprimoramento.

Desta maneira, quando os caminhos se mostram tortuosos, quando as dificuldades se acumulam, use seu poder de adaptação, seja flexível e flua com a vida.

Noemi C. Carvalho

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