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O mundo passa por uma grave provação espiritual, segundo Ramatis

foto panorâmica de prédios com céu carregado e relâmpagos simbolizando uma provação espiritual

Já recebemos muitos avisos sobre a necessária renovação pessoal.

Muito se tem falado recentemente sobre a transição planetária. Mas é preciso ter sempre em mente que esta provação espiritual é um processo que não acontece de uma hora para outra. E nem mesmo se trata de um evento com data marcada.

Várias mensagens do plano espiritual se referiram a esse processo de evolução espiritual como, por exemplo, as recebidas por Allan Kardec no século XIX, época de seu trabalho realizado para a codificação da Doutrina Espírita.

Além disso, inúmeras outras mensagens foram e continuam sendo enviadas por benfeitores espirituais alertando para a necessidade de renovação da conduta individual.

Em Março de 1974, em preâmbulo do livro psicografado por Hercílio Maes, ‘O Evangelho à Luz do Cosmo’, Ramatis¹ se refere aos desajustes na conduta da humanidade. E, como resultado, aos dolorosos caminhos que essa provação espiritual acarretaria futuramente.

A morte do corpo físico não altera os traços de personalidade.

Apesar dos prodigiosos avanços na medicina, na engenharia e na tecnologia, explica Ramatis, a civilização, no entanto “se encontra à beira de implacável destruição provocada pelos excessos de ambição, ateísmo, orgulho e imoralidade, (…) submisso ao primarismo de uma existência física sem qualquer identificação com o espírito imortal.”

Neste ponto, é preciso esclarecer que, depois da morte do corpo, o espírito continua adotando o mesmo tipo de conduta que tinha na vida terrena. Ou seja, a morte não produz nenhuma depuração automática das tendências obscuras da personalidade. Por isso existem tantos espíritos obsessores que continuam agindo de acordo com os comportamentos que mantinham na vida física.

Portanto, vemos que as ações das pessoas encarnadas afetam negativamente o ambiente terrestre. E a estas somam-se as influenciações dos espíritos obsessores, aqueles que persistem na prática de ações prejudiciais a outras pessoas, assim como faziam em vida.

As guerras destroem vidas e acumulam débitos espirituais.

Ramatis prossegue citando a insensatez das guerras travadas, onde se perdem centenas ou milhares de vidas:

Embora o homem terrícola alardeie um senso de justiça superior, incentive os mais avançados progressos de filosofia e psicologia em favor da higidez mental, detenha poderes técnicos científicos que ultrapassam as faculdades mágicas das fadas e dos gênios de antanho, ele ainda não passa de um desventurado açougueiro, que talha e esfrangalha a carne humana nas charqueadas das lutas fratricidas, em defesa de retalhos de pano patriótico e de limites de terra que só pertencem a Deus.

Em sua insânia mental e primarismo espiritual, o poder público então arrebanha e seleciona os jovens mais sadios e perfeitos de sua pátria; depois os uniformizam e os submetem a treinos específicos de belicosidades, e os enviam para os matadouros das guerras carniceiras, (…) desfigurando a fisionomia que Deus modelou para refletir a sabedoria e a ternura da alma eterna.”

Vemos, dia a dia, o aperfeiçoamento de muitas técnicas para ajudar, apoiar e favorecer a vida. Entretanto, também desenvolvem-se novos armamentos com poder letal cada vez maior. Despreza-se, assim, completamente o dom da vida, cantando-se vitórias sobre os cadáveres das vidas perdidas e sobre aquelas mutiladas física ou emocionalmente.

Não existe motivo suficiente que justifique as guerras, sejam as chamadas ‘guerras santas’, aquelas travadas por território ou por ideologia. Nenhuma delas encontra respaldo quando contradizem frontalmente as exortações de Jesus, que disse amai-vos uns aos outros, como eu vos amei’. Esta é a expressão amorosa que deveria ser o modelo para a convivência pacífica entre as pessoas.

Vivemos um tempo de provação espiritual.

Ramatis se refere às profecias bíblicas e a outros profetas da era moderna. Ele enfatiza que “a humanidade terrena encontra-se sob o mais grave e espinhoso exame de conduta espiritual”. Os administradores do plano espiritual avaliam ‘os vivos e os mortos’, isto é, os encarnados e os desencarnados, em sua jornada de provação espiritual.

Em certo tempo, como disse o Cristo, ‘herdarão a Terra’ para futuras encarnações aqueles que poderão desenvolver sua potencialidade divina nas ciências e nas artes.

Por outro lado, o grupo integrado pelas pessoas “perversas, avarentas, orgulhosas, egoístas, tirânicas, luxuriosas, hipócritas e vingativas (…) deverão emigrar para outro planeta. Ali poderão recomeçar as lições negligenciadas, até alcançarem o grau de altruísmo exigível para habitarem mundos pacíficos, sadios e venturosos.”

Essa segregação, explica Ramatis, vai possibilitar a cura de acordo com o princípio de que “os semelhantes curam os semelhantes”. Desta forma, os exilados do planeta terrestre encontrarão a cura espiritual quando submetidos às mesmas “paixões, torpezas e vícios que tanto usam e abusam atualmente. No entanto, o ‘povo de Deus’, que será provado, como se prova o ferro e o ouro, será constituído pelas criaturas pacíficas, amorosas e humildes, incapazes de albergarem qualquer desejo de pilhagem e vingança.”

Devemos atentar quanto às provações referidas, uma vez que a fé, os princípios morais e amorosos devem ser puros e resistentes. Por isso o ‘povo de Deus’ é submetido às provas que certificam as suas convicções e a sua conduta firme em sua jornada de evolução espiritual.

Devemos remover as ervas daninhas para que o jardim prospere.

Ramatis explica que a parcela da humanidade que insiste nos vícios de conduta e no materialismo constituem-se em pesado ônus para os bem-intencionados. Seguem agindo “negativamente no esquema evolutivo do planeta Terra”, e uma imagem simples facilita esse entendimento.

Assim como um jardineiro remove as ervas daninhas que impedem o desenvolvimento das plantas úteis, eles devem ser apartados. Desta forma é possível proteger estas e permitir seu melhor crescimento.

Segundo as informações dadas por Ramatis, cerca de dois terços dos habitantes terrestres colocam empecilhos à manutenção da harmonia e do equilíbrio. Nesse grupamento se verificam comportamentos de ‘flagrante primarismo’.

Eles são atestados pela linguagem de baixo calão, pelas músicas dissonantes, pela glorificação do sexo nas obras literárias, televisivas e cinematográficas, pelas práticas sexuais livres, pelo enfraquecimento dos costumes e das instituições sociais e familiares, explica o benfeitor espiritual.

Sem dúvida, a Terra está exausta de conduzir em seu bojo uma humanidade tão feroz, sensual e imediatista, que após atingir o limite de sua própria capacidade criadora, então se requinta na febre de produzir armas atômicas genocidas e bombas incendiárias, que hão de arrasar as próprias moradias.

O planeta suspira para se livrar dessa carga demente e destruidora, que o transforma num palco de experiências ruinosas e tétrico matadouro, que verte o sangue criativo para o solo e o transforma em poços de líquido repugnante.

Os terrícolas, para preencherem os seus dias educativos na matéria, saltam dos seus leitos para matar, destruir, pilhar, tiranizar e prostituir. Em consequência, Deus é obrigado a selecionar a atual safra humana, optando pela solução mais sensata de exilar para outro orbe físico primário essa multidão de almas psicopatológicas, sádicas e masoquistas, que contrariam a legislação divina.”

A vida é um aprendizado contínuo, que se dá pela provação espiritual.

“A humanidade terrícola atinge o final do seu curso primário iniciado há 28 mil anos, na Atlântida, por cujo motivo se encontra no limiar da mais severa e aflitiva ‘prestação de contas’ ante o tribunal divino de sua própria consciência.”, explica Ramatis.

Como podemos verificar, através das explanações de Ramatis, a transição planetária é um processo em curso já há milhares de anos.

É certo que as mensagens recebidas do plano espiritual indicam que estamos nos aproximando do final desse processo. Mas também certo é que não existe – ou pelos menos não nos é dado saber – a data em que este será concluído.

Diferentemente de uma prova escolar, com data e hora marcada, esta provação espiritual é um aprendizado contínuo, no qual vamos tendo novas oportunidades a cada reencarnação.

As lições já foram reiteradas vezes explicadas pelos mestres espirituais que nos favoreceram com sua sabedoria e pensamento iluminado. Mas por falta de aplicação de provas regulares, o aproveitamento das mesmas depende exclusivamente de cada um.

Que a Terra possa refletir o sereno azul celestial.

Ao final da mensagem, Ramatis faz uma advertência. “Oxalá as páginas sedativas, amorosas e libertadoras do Evangelho do Amado Mestre Jesus ainda possam inspirar muitos terrícolas para sustentarem em tempo os seus passos à beira do abismo, livrando-os da trágica imigração para um mundo inferior, inóspito e selvagem.”

Pelas exposições reiteradas em mensagens enviadas pela espiritualidade superior, parece que seria fatídica a ocorrência de uma nova guerra em escala mundial. E, a julgar pelos armamentos atuais, seria devastadora e talvez aniquilaria o planeta.

Vivemos agora uma atual e devastadora pandemia deflagrada por um novo vírus. Talvez ela tenha poupado o planeta e seus habitantes de uma tragédia maior, mais devastadora, sanguinolenta e traumatizante.

Afinal, sabemos que a vida que se encerra na Terra continua no plano espiritual.

Portanto, mesmo as vidas que foram suprimidas por esta provação espiritual – que se reveste hoje na figura de um insidioso vírus – e que integram o ‘povo de Deus’, retornarão ao convívio do nosso planeta quando sua atmosfera espiritual, purificada e renovada, refletir o sereno azul celestial.

Noemi C. Carvalho

1 – Ramatis

Ramatis é um mentor espiritual cujas obras psicografadas procuram auxiliar a evolução terrena, trazendo para o Ocidente os ensinamentos comuns às tradições do Oriente, para que auxiliem no despertamento da consciência da humanidade.

Com linguagem simples e lógica, ele procura assim conduzir o leitor a novos patamares de consciência a respeito da vida humana e do espírito imortal, pautado pelo universalismo – o reconhecimento e aceitação de todos os caminhos espirituais dos homens, considerando que “as religiões são meios, não fins em si mesmas”.

Em sua última encarnação, no século X, Ramatis viveu na Indochina e foi instrutor em um dos inumeráveis santuários iniciáticos da Índia. Consta, além disso, que tenha sido um mestre dos Templos da Luz, em Atlântida, e contemporâneo, numa outra existência, do espírito que mais tarde seria conhecido como Allan Kardec.

com informações de Afram – Associação das Fraternidades Ramatis

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