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O novo coronavírus já matou quase um milhão de pessoas

mascara cirúrgica jogada no chão mostrando desprezo novo coronavírus matou

A triste estatística da pandemia.

Os Estados Unidos superaram a marca de 200.000 mortes pela covid-19. No Brasil, são 135.00 vítimas que tiveram a vida interrompida pelo coronavírus. No mundo todo, o trágico número passou de 950.000 vidas. Isto é, o novo coronavírus já matou quase um milhão de pessoas, para uma população mundial estimada em 7,8 bilhões. E um número de mortes semanais por covid-19 de cerca de 50.000 vidas é inaceitavelmente alto, segundo a Organização Mundial de Saúde.

São pessoas de todas as idades, profissões, raças, crenças religiosas e condição social. Idosos com as chamadas comorbidades ou jovens atletas saudáveis, profissionais de saúde e trabalhadores de serviços essenciais, pessoas que procuram se proteger ficando em suas casas, esse vírus, de fato, mostrou que não é seletivo.

Mas ele não mostrou muitos mais, e cientistas de todo o mundo unem esforços e compartilham conhecimentos para desvendar os segredos de ação desse vírus.

O desenvolvimento das vacinas – 36 estão sendo testadas em humanos – vai mostrando avanços. Mas, ao mesmo tempo, descobrem-se danos colaterais da covid-19 em órgãos vitais como o coração e o cérebro, além dos prejuízos aos pulmões. Crianças de vários países estão apresentando sérias doenças relacionadas à covid-19 que deixam sequelas a longo prazo, quando não levam à morte.

E autoridades da área de saúde divulgam agora, repetidamente, que não existe uma solução tão próxima para essa pandemia. Ela, infelizmente, ainda vai se estender por muito tempo.

Mesmo as esperadas vacinas têm ainda um longo caminho a percorrer, entre baterias de testes, produção, distribuição e sua eficácia a longo prazo. Além disso, nenhum laboratório, nem mesmo a união de vários, tem capacidade para produzir e distribuir de uma só vez mais de 7 bilhões de doses da vacina.

O “novo normal” não quer dizer que tudo está bem.

Analisando todos esses fatos, fica evidente que não podemos baixar a guarda contra esse minúsculo e terrível inimigo. O tempo faz com que nos habituemos à situações, tudo que se repete acaba entrando para a normalidade.

Até nos acostumamos a acompanhar os números de contágio e mortes diárias como se fosse a previsão do tempo. E esquecemos que os números mostrados nas mais diversas telas não são os pontos marcados em algum campeonato: são pais, filhos, irmãos, amigos, namorados, maridos e esposas que ainda poderiam estar juntos.

Acostumados com a repetição das notícias, temos a sensação de que tudo está bem, está tranquilo e normal. Bem de certa forma podemos dizer que tudo está tomando um certo ritmo, mas não podemos, absolutamente, esquecer que estamos vivendo um “novo normal”: máscaras, limpeza das mãos, evitar tocar o rosto, distanciamento social, sair só se for preciso, evitar aglomerações, higienizar compras, separar “roupas de rua”, são algumas das atitudes básicas que vão fazer parte do nosso dia por um bom tempo.

É bom acompanhar como anda a pandemia pelo mundo.

Acompanhar as notícias, ter um olhar atento aos fatos ao redor do mundo é sempre bom. Isto nos ajuda a ter uma noção do que podemos esperar, sem criar falsas expectativas. Mas lembre de procurar sempre informações de fontes confiáveis.

Vemos, então, que enquanto as infecções em todo o mundo ultrapassam a marca de 30 milhões de casos, vários países da Europa estão tendo agora números diários de contágio maiores do que nos meses de março e abril, no pico da pandemia. Comércios, serviços, escolas, abrem e voltam a fechar ao sabor das flutuações nas curvas de casos novos. Voltam as restrições para o comércio, as quarentenas e até lockdowns.

Em Madri, na Espanha, os números de contágio já são alarmantes e começam a faltar leitos de hospital. O Reino Unido estabelece quais medidas restritivas aplicar de novo, com a possibilidade de um bloqueio nacional. Enquanto isso, Israel já determinou a volta do lockdown por três semanas, enquanto a França vê o maior aumento no número de mortes por covid-19 desde o fim do bloqueio. que aconteceu entre março e maio.

A Índia mostra um vertiginoso e preocupante aumento nas suas estatísticas da covid-19, enquanto Estados Unidos e Brasil seguem com uma certa estabilidade, mas não uma diminuição desejada, com um grande número de vítimas fatais todos os dias.

Tudo passa, mas enquanto isso…

Enfim, este é só mais um lembrete: a pandemia não acabou, não existe ainda vacina para covid-19 e o coronavírus continua matando e deixando sequelas graves na saúde.

Como disse Chico Xavier, “tudo passa”, mas esta crise de saúde ainda não passou.

Por isso é fundamental continuar com os cuidados necessários. E eles não devem se restringir às orientações quanto à proteção da saúde física: a saúde mental também deve ser cuidada e protegida.

Todos nós estamos vivendo situações estressantes, como por exemplo a instabilidade e a insegurança, problemas no convívio familiar ou financeiros, a falta de perspectiva para uma normalização, toda a série de cuidados que levam tempo e atenção para se proteger da infecção.

A nova ordem social pode significar o convívio forçado para alguns, a solidão para outros, além de opiniões conflitantes sobre a necessidade de aplicar as medidas de proteção.

A volta ao trabalho, a condução lotada, colegas que adoecem; aulas que voltam, aulas adiadas; atividades profissionais que não podem ainda ser retomadas, movimento fraco para quem já voltou… Cada vida é uma lista diferente, mas não menos preocupante ou sofrida, porque cada um sabe o que passa e como se sente.

Mas, neste momento, esperança é a palavra que não pode faltar em nenhuma lista. A confiança e a fé devem marcar a tônica dos nossos pensamentos diários, e a solidariedade e a compreensão dos sentimentos do outro são fundamentais.

Noemi C. Carvalho

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