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O que nós vemos e o que os espíritos veem numa cidade

imagem de um beco escuro abandonado carregado de energia negativa e espíritos veem cidade

Como é o ambiente terrestre pela visão de um espírito.

Nós olhamos para o ambiente à nossa volta e vemos as pessoas, os animais, as árvores e as flores, as casas e os edifícios, os carros, as motos e outros veículos de transporte, mas como será que os espíritos veem uma cidade?

Quem pode nos contar é André Luiz¹, que estava numa de suas excursões à crosta da Terra, em companhia de um colega e do orientador que os acompanhava.

Pela primeira vez, então, ele viu uma cidade como a veem os espíritos que já têm uma visão mais dilatada. E ele, que já tinha passado pelo umbral, ainda assim ficou surpreso com o que via.

Os espíritos veem as manchas escuras e as sombras que andam pela cidade.

Quando estavam se aproximando do centro urbano, André Luiz notou “o peso considerável do ar que se agarrava à superfície”. Segundo ele, a sensação era como se eles nadassem em alto-mar, num oceano de oxigênio.

E podiam ver, logo abaixo, “em águas turvas, enorme quantidade de irmãos nossos a se arrastarem pesadamente, metidos em escafandros muito densos, no fundo lodoso do oceano”, ele relata, falando sobre os habitantes da cidade.

– “Estão vendo aquelas manchas escuras na via pública?”, perguntou Aniceto, o orientador, que continuou, explicando:

– “São nuvens de bactérias variadas. Flutuam quase sempre também, em grupos compactos, obedecendo ao princípio das afinidades. Reparem aqueles arabescos de sombra…”

E indicando alguns edifícios e certas regiões da cidade, disse:

– “Observem os grandes núcleos pardacentos ou completamente obscuros! São zonas de matéria mental inferior, matéria que é expelida incessantemente por certa classe de pessoas. Se demorarmos em nossas investigações, veremos igualmente os monstros que se arrastam nos passos das criaturas, atraídos por elas mesmas…”

Para se proteger, uma boa e velha receita.

Em seguida, Aniceto esclarece aos seus tutelados que as pessoas podem ficar à mercê “tanto da nuvem de bactérias destruidoras da vida física, quanto das formas caprichosas das sombras que ameaçam o equilíbrio mental.

Como veem, o ‘orai e vigiai’ do Evangelho tem profunda importância em qualquer situação e a qualquer tempo. Somente os homens de mentalidade positiva, na esfera da espiritualidade superior, conseguem sobrepor-se às influências múltiplas de natureza menos digna”, alerta o mentor.

Intrigado, André Luiz perguntou se aquela matéria mental inferior tinha vida própria, assim como acontece com os corpúsculos microscópicos que dão origem às várias doenças do corpo.

O orientador espiritual explicou, então que o “homem terreno vive num aparelho psicofísico. Não podemos considerar somente, no capítulo das moléstias, a situação fisiológica propriamente dita, mas também o quadro psíquico da personalidade encarnada.

Ora, se temos a nuvem de bactérias produzidas pelo corpo doente, temos a nuvem de larvas mentais produzidas pela mente enferma, em identidade de circunstâncias.

Desse modo, na esfera das criaturas desprevenidas de recursos espirituais, tanto adoecem corpos, como almas”, esclarece Aniceto.

Por causa disso, o organismo é tratado para a cura do corpo de carne. Mas, diz o mentor, “no que concerne à cura real, somos forçados a reconhecer que esta pertence exclusivamente ao homem-espírito.”

Na vida, enfrentamos muitas batalhas interiores até conseguir a vitória.

Continuando, com o seu raciocínio, o orientador lembrou que “a existência terrestre é uma gloriosa oportunidade para os que se interessam pelo conhecimento e elevação de si mesmos.”

Aniceto esclarece que assim se entende a necessidade da fé religiosa, liberta do sectarismo, para “criar um estado positivo de confiança, otimismo e ânimo sadio na mente de cada companheiro encarnado.”

Segundo ele, só a fé pode proporcionar essa realização. Pois é pelo conhecimento do valor eterno da vida que “encontra o homem bastante dinamismo espiritual para combater, até a vitória plena em si mesmo.”

Para atingir esse estado vitorioso de espíritos equilibrados numa vibração espiritual superior, precisamos combater nossas sombrias regiões interiores. Assim, os instintos devem ser substituídos pelo pensamento e pela ação consciente. O egoísmo deve ceder espaço ao amor e a fé deve ocupar o lugar do medo.

Estas transformações são os nossos objetivos. E não só enquanto viventes num corpo físico, mas continuam também quando, libertos da matéria, habitamos de novo as esferas espirituais.

– “E já que conhecemos alguma coisa da eternidade, é preciso não esquecer que toda queda prejudica a realização, e todo esforço nobre ajuda sempre”, diz o benfeitor.

Os recursos divinos e a nossa responsabilidade no equilíbrio e na evolução.

Ao final então, Aniceto ainda esclarece sobre a importância da ação do Sol e do magnetismo terrestre que é proporcionado pelo solo e pelas plantas, com seus princípios curativos e transformadores.

Essa conjunção das forças naturais é “o poder que destrói intensivamente, para selecionar as manifestações da vida na esfera da Crosta, a flora microbiana de ordem inferior”, sem o que, certamente, não existiria a vida humana na superfície do globo, explica o mentor.

Mas apesar desse imenso poder, que é recurso divino para a preservação e o equilíbrio da vida terrestre, “enquanto os homens, herdeiros de Deus, cultivarem o campo inferior da vida, haverá também criações inferiores, em número bastante para a batalha sem tréguas em que devem ganhar os valores legítimos da evolução”, conclui Aniceto, o orientador espiritual.

Noemi C. Carvalho

1 – André Luiz, em “Os Mensageiros”, psicografado por Chico Xavier

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