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O que precisamos para sermos felizes

mãe e filho brincando de empinar pipa para sermos felizes

Um conto e um ponto para reflexão.

Esta é uma história do cotidiano, contada por Hilário Silva¹. Um breve conto que traz um retrato da vida e um chamado à reflexão. Afinal, do que precisamos de fato para sermos felizes? Leia a seguir.

Os elogios e as sugestões trazem novas ideias.

– Você tem a força de Deus nas mãos!

– Você não é homem para viver na obscuridade.

– Por que não montar gabinete próprio num dos melhores pontos da cidade, a fim de atender ao povo?

– Você nasceu para melhor destino .…

– Estejamos todos prósperos e poderemos naturalmente ajudar.

Adelino de Carvalho, abnegado médium passista de Uberaba, em Minas, começou a ouvir semelhantes frases de muitos amigos, admiravelmente situados no círculo das finanças.

E tantos elogios ouviu que passou a considerar, intimamente, a possibilidade de casa no centro urbano. Não precisava de grande mansão. Um palacete que não desse muito trabalho seria bastante. Um lugar em que pudesse acolher as visitas com elegância e decência.

A orientação e o conselho amigo.

Quando o plano se tornou amadurecido no pensamento, concentrou-se e pediu a opinião da Esfera Espiritual. Quem então compareceu foi Antonio Logogrifo, excelente amigo desencarnado.

Adelino expõe o projeto e roga parecer. Logogrifo, no entanto, passa a esclarecê-lo, bondoso. Que um médium, antes de tudo, precisa assistência moral, que não lhe convinha figurar uma situação que não tinha, que deveria permanecer no domicílio singelo e que os amigos não podiam efetuar aquilo que somente a ele competia fazer.

– Mas – suspirou o médium contrariado – não posso aspirar à melhoria? Valorizar os meus interesses, elevar-me socialmente?

– Pode sim – ditou o Espírito amigo -, mas não à custa de vãs aparências e sim por seu próprio esforço, lutando, amando, servindo, batalhando em favor do bem…

Onde mora a felicidade.

– Então, crescer no mundo será sempre vaidade? – gemeu Carvalho, triste.

– Não, Adelino – obtemperou o companheiro -, não é bem isso. A vaidade tem consigo o progresso da cauda de cavalo.

– Como assim?

E o amigo espiritual informou, sorridente:

– Só cresce para baixo.

Como quem acorda de longo sono, Adelino sentiu estranho contentamento. Compreendeu, então, que na sua modesta casa já morava a felicidade. E, chorando de alegria, pôde apenas dizer:

– Deus lhe pague, meu irmão.

Hilário Silva, no livro “A Vida Escreve”, psicografado por Waldo Vieira e Chico Xavier

Referência

1 – Hilário Silva percebeu que poderia levar os pensamentos da Doutrina Espírita a um número maior de pessoas, através de uma renovação da literatura espiritual, como explica Emmanuel, no prefácio do livro “A Vida Escreve”.
Ele então idealizou a produção de pequenos textos, para que as informações do Plano Espiritual pudessem chegar com facilidade ao entendimento comum.
E assim, como retalhos do cotidiano, a sua mensagem simples e fraterna, convida-nos a pensar.

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