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Pandemia e seus pecados

Montagem fotográfica com uma mulher tampando o rosto com sua mão diante de uma maçã representando os pecados tendo ao fundo ilustrações do coronavírus pandemia e seus pecados

Uma mudança na vida que ninguém imaginaria.

A pandemia que surgiu no planeta há um ano forçou que todos, cada um a seu modo, fizessem mudanças em seus hábitos, rotinas e atividades.

A princípio se mostrava uma doença com baixo grau de letalidade mas perigosa, no entanto, para o que ficou conhecido como “grupos de risco”.

O que até aqui escrevi certamente não tem nada de novo. Nem tem a pretensão de servir como uma introdução para colocar pontos que alimentem os inúmeros e acirrados debates ao entorno da doença, que reforçam antagonismos e instigam cisões.

Conheço muitas pessoas que sempre diziam que gostariam de fazer uma mudança radical em suas vidas, experimentar novos desafios, começar uma nova profissão, mudar de residência, ficar sem fazer nada, enfim, ter a oportunidade de dar um basta na tediosa rotina do dia após dia.

Sei que essa linha de pensamento não leva em consideração uma enorme quantidade de condicionantes e sérios impeditivos. É como se falasse “larga tudo e faz outra coisa”.

Mas se pararmos um pouco, podemos ver uma série de pessoas mudando rotinas e afazeres, realizando novos trabalhos que, até o surgimento do coronavírus, ninguém imaginava que seria possível.

Todos somos responsáveis pelos rumos da humanidade.

Muitos resistiram, e ainda resistem, na busca de novos meios de desenvolverem atividades econômicas por acreditarem que logo tudo iria passar.

Rapidamente foram desenvolvidas vacinas. Mas agora elas terão que ser produzidas em massa, distribuídas e aplicadas.

Um ano se passou, e presenciamos o agravamento da pandemia e o surgimento de novas variantes do vírus que ainda não têm seus efeitos conhecidos.

Esse vírus é muito perigoso e o maior aspecto da sua periculosidade é exatamente o seu jeitão de não parecer agressivo.

Agora enfrentamos o esgotamento da estrutura de saúde do país. Em muitos lugares, neste momento, enquanto os seus olhos passam por estas linhas, os cansados e assustados olhares de médicos e enfermeiros analisam listas de pacientes para escolher quem irá receber os parcos recursos restantes e que, pelo menos, terão alguma chance de lutar pela vida.

Não é momento de desviarmos as atenções na caça de culpados, pois todos nós somos responsáveis pelos rumos que a humanidade tomou. E parece que agora estamos perto de chegarmos ao lugar escolhido.

Os sete pecados e a pandemia.

Estamos no lugar que deveríamos estar e passando exatamente pelos efeitos que todas as escolhas que nossa sociedade de consumo e aparências fizeram surgir.

As consequências econômicas estão sendo gestadas e logo chegarão cobrando a ganância e a ambição dos que se beneficiaram da corrupção e vícios.

Gula, ganância, luxúria, ira, inveja, preguiça, vaidade.

Sim, os antigos e conhecidos 7. Os pecados capitais, hoje mais conhecidos como vícios,

Todos os que aqui nesta Terra vivem ainda têm entranhados em si, em diversos níveis, algum dos 7 ou mesmo todos eles.

Nos dias de hoje verificamos que, por diversos motivos e intenções, ficou difícil perceber esses atos como sendo pecados, pois a sociedade de mercado e sua religião, o marketing, buscaram nos excitamentos provocados por cada um dos 7 danados seus pontos de apoio para gerar lucros.

Mas aí vem esse intrometido do coronavírus e deixa todos atônitos, sem saber ao certo o que fazer.

Acredito que este momento é precioso para construirmos nossa nova jornada, pois a transição que está em andamento é agora maior e mais intensa.

A progressão do planeta Terra é inadiável e está em curso. Aqui ficarão aqueles que melhores condições têm para conviver na Paz de Deus, que é viver no seu amor.

Ainda dá tempo.

Como fazer?

Questão 919 do Livro dos Espíritos, onde Santo Agostinho responde a Allan Kardec.

“Qual o meio prático mais eficaz que tem o homem de se melhorar nesta vida e de resistir à atração do mal? “Um sábio da antiguidade vo-lo disse: “Conhece-te a ti mesmo“.

José Batista de Carvalho

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