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Para se proteger da obsessão: orientações de André Luiz

Várias pessoas às voltas com obsessores buscando se proteger da obsessão
Para se proteger da obsessão: orientações de André Luiz

A ligação obsessiva acontece pelo pensamento.

Como forma de se proteger da obsessão, o controle do pensamento para o bom direcionamento da energia da mente é fundamental.

A obsessão é a interferência prejudicial que alguém sofre devido a uma influência geralmente exercida por espíritos desencarnados, mas que também pode vir de pessoas ainda encarnadas.

Os obsessores são espíritos considerados inferiores, porque ainda se demoram na prática do mal. Conseguem influenciar pessoas às quais se ligam energeticamente pelo pensamento, normalmente porque elas não têm ainda uma base sólida de entendimento e prática no caminho do bem e da elevação espiritual. Estas pessoas tornam-se, assim, alvo das vibrações negativas que podem repercutir de várias formas prejudiciais na sua vida.

A desobsessão, ou seja, o afastamento das emissões energéticas negativas pode ser feita com a ajuda de um tratamento espiritual adequado. Mas manter esse afastamento depende da atitude mental e da elevação moral de cada um, de modo a impedir a reaproximação dos obsessores e, consequentemente, a exposição às suas influenciações.

Para se proteger da obsessão é importante cuidar da qualidade dos pensamentos.

A importância da conduta pessoal é detalhada por André Luiz, em trecho da obra psicografada por Chico Xavier, “Paz e Renovação”.

Ele explica que o nosso corpo e todas a ações que podemos praticar através dele estão inteiramente sob nosso comando, sendo uma “cabine perfeita com dispositivos especiais destinados à sua própria defesa.

O cérebro, com os centros diretivos da mente, funciona encerrado na caixa craniana, à maneira de usina quase lacrada num cofre forte.”

Desta forma, cada atitude que tomamos pode ser direcionada de maneiras diferentes, dependendo da escolha que fazemos. Assim, “os olhos registram impressões, mas podem conservá-las em estudo discreto“, mantendo a discrição do que vemos. Pode ser que sejamos levados a dar uma interpretação errada ao que vimos, por não conhecermos outros detalhes relacionados ao fato.

Os ouvidos são forçados a escutar o que lhes afete a estrutura; entretanto, não precisam dizer o que assinalam”, continua André Luiz. Do mesmo modo que o que vemos não deve ser maldosamente passado adiante, o que ouvimos também deve merecer os mesmos cuidados. Assim evitamos espalhar a fofoca, que pode prejudicar indevidamente a pessoa que é alvo do comentário.

Todas as nossas ações são resultados das nossas escolhas.

Qualquer movimento de nosso corpo é voluntário e direcionado pela nossa vontade e pelo nosso comando. “Mãos e pés, por implementos de serviço, não se movimentam sem determinação da vontade. Os recursos do sexo não atuam sem comando mental“, acrescenta André Luiz.

Portanto, se vamos a lugares onde circulam energias inferiores, se não respeitamos outras pessoas atendendo a impulsos sexuais, se nos deixamos levar pelo ilusório bem-estar proporcionado pelo álcool e pelas drogas, emitimos vibrações que atraem e facilitam a ação de energias obsessoras.

Fácil, assim, verificar que não existe trabalho desobsessivo sem reajuste da emoção e da ideia, porquanto todos os processos educativos e reeducativos da alma se articulam, de início, no pensamento.

Eis porque Jesus enunciou, há quase vinte séculos: “Não é o que entra pela boca que contamina o homem, mas, sim, aquilo que, impropriamente, lhe sai do coração”.

Podemos concluir, pelos ensinamentos de André Luiz, que a melhor e mais eficaz proteção para que possamos nos proteger contra a obsessão está em nós mesmos, na retidão da conduta, na prática dos bons valores como bondade, compreensão, tolerância, seguindo as lições que Jesus tão amorosamente nos deixou.

Noemi C. Carvalho

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