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Uma lição para a vida e para a morte, nas palavras do Dr. Bezerra

assembleia no plano espiritual com inúmeros espíritos recém chegados ouvindo uma aula do doutor Bezerra de Menezes lição vida e morte

Para a vida como para a morte, a lição nas sábias palavras do Médico dos Pobres.

Em certa ocasião, o Dr. Bezerra de Menezes, o Médico dos Pobres, estava proferindo uma palestra no plano espiritual, que foi uma verdadeira lição para a vida e para a morte.

Ele falava a um grupo de espíritos sofredores, para que as palavras advindas de sua sabedoria proporcionassem os ensinamentos e as oportunidades de reflexão e alteração de conduta.

Como resultado do entendimento dos nossos atos e das consequências que eles acarretam, a nossa consciência ganha novos parâmetros pelos quais se pautar.

Assim, temos a oportunidade de fazer as mudanças de pensamento e de atitudes que, certamente, refletem em melhor qualidade de vida para nós, uma vez que a prática do bem beneficia quem o recebe e quem o pratica.

Mas sempre tem alguém recalcitrante, contestador, que acredita mais na sua verdade do que na Verdade Divina trazida por Jesus e amplamente divulgada e ensinada pelos seus mais altos emissários.

É isso o que conta Hilário Silva, nesta profunda mensagem do Dr Bezerra, que você pode ler em seguida.

Noemi C. Carvalho

A palestra do Dr. Bezerra aos espíritos sofredores.

“Perante o enorme ajuntamento de sofredores desencarnados, no Plano Espiritual, o Dr. Bezerra de Menezes, apóstolo da Doutrina Espírita no Brasil, rematava a preleção.

Falara, com muito brilho, acerca dos desregramentos morais.

Destacara os males da alma e os desastres do espírito.

Um espírito contesta o palestrante.

Dispunha-se à retirada, quando fino ironista o invectivou:

– Escute, doutor. O senhor disse que a calúnia é um braseiro no caluniador. Eu caluniei e nada senti.

O senhor disse que o furto é um espinho no ladrão. Eu roubei e nada senti.

O senhor disse que o destruidor de lares terrestres carrega a lâmina do arrependimento a retalhar-lhe o coração. Destruí diversos lares e nada senti.

O senhor disse que o criminoso tem a nuvem do remorso a sufocá-lo. Eu matei e nada senti…

Uma lição para a vida e para a morte.

– Meu filho – disse o pregador -, que sente um cadáver quando alguém lhe incendeia o braço inerte?

– Nada – disse, rindo, o opositor sarcástico -, pois cadáver não reage.

E a conversação prosseguiu.

– Que sente um cadáver se lhe enterram um espinho no peito?

– Coisa alguma.

– Que sente um cadáver se o mergulham num lago de piche?

– Absolutamente nada, ora essa! O cadáver é a imagem da morte.

Doutor Bezerra fitou o triste interlocutor e, maneando paternalmente a cabeça, concluiu:

– Pois olhe, meu filho, quando alguém não sente o mal que pratica, em verdade carrega consigo a consciência morta. É um morto-vivo.”

Hilário Silva, em “A Vida Escreve”, psicografado por Waldo Vieira e Chico Xavier

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