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O passado não passa, não se apaga da nossa memória

Por um lado isto é muito bom, pois nos permite reviver lembranças de alegres momentos.

Por outro lado, quando o passado não passa, traz sempre à tona aquilo que – mais do que querer esquecer – queríamos não ter vivido.

Mas tudo está lá, e esse tudo somos nós, esse conjunto de vivências e sentimentos.

A cada parte diferente de nós podemos dar um tratamento diferente e um significado especial.

Como nos diz em seu texto Leila, do CVV – Brasília. Leia a seguir:

A IMPORTÂNCIA DA MEMÓRIA

Numa gaveta, as fotos antigas começam a transbordar. É um baú de memórias! Olhar imagens de outras épocas  é reviver um pouco das emoções e sentimentos experimentados. Dificilmente uma pessoa, mesmo com a saúde física ou mental abalada, consegue ficar imune aos dias felizes eternizados em fotografias. Uma pesquisa com adolescentes em risco de doença mental mostrou que lembrar os bons momentos pode ajudar a evitar a depressão, por exemplo.

Concentrar-se em ocasiões especiais, buscando reviver os detalhes daquela experiência, pode aumentar a resiliência, segundo os pesquisadores da Universidade de Cambridge. Quem nunca deu boas risadas numa reunião de família com as recordações da infância? Ou mesmo saboreou com amigos experiências marcantes que o tempo levou?

Fotos e diálogos podem ser tão decisivos quando perfumes, sons, uma cena aleatória, um gesto… referências que trazem de volta flashs da nossa história. A vida se assemelha a uma canastra da Emília, personagem de O sítio do Pica-pau Amarelo, de Monteiro Lobato, que guardava para sempre as coisas mais improváveis. Tesouro inestimável. 

Por outro lado, as lembranças ruins podem provocar efeito contrário. Aquela tristeza, melancolia ou mesmo raiva contra fatos que não são mais passíveis  de alteração. Eventos estressantes, abuso, intimidação, negligência, violência, para citar apenas alguns, ampliam a vulnerabilidade. Pode ocorrer de essas memórias nem ficarem no consciente e se apresentarem de outras formas, como fobias inexplicáveis ou sonhos repetitivos. 

Fato é que nosso passado e o que ficou dele é muito mais importante do que às vezes podemos supor. São essa memórias  que garantem a nossa identidade. E são  únicas para cada um de nós. Mas podemos trazê-las à tona de diferentes formas… é a tal ressignificação. 

Leila – CVV Brasília

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reprodução de publicação do Centro de Valorização da vida – CVV


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