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Quando espíritos das trevas atacaram Divaldo Franco

montagem fotográfica com Divaldo Franco em destaque no centro da tendo ao fundo figuras de obsessores espíritos atacaram Divaldo Franco

O relato de um fato ocorrido com Divaldo Franco.

Por ocasião da XXII Conferência Estadual Espírita em Pinhais-PR no mês de Março de 2020, Divaldo Franco, em seguida às suas palestras, foi entrevistado por Adriano Lino Greca para o Canal no Youtube da Federação Espírita do Paraná, contando como os espíritos trevosos o atacaram.

Divaldo relata o que aconteceu com ele na véspera de suas palestras, demonstrando que são muitos os perigos que envolvem um médium que está sempre a serviço do bem.

“A mediunidade é algo muito mais complexo do que se pode pensar. Até hoje eu me estudo, eu me examino, procuro ver a minha razão, as interferências.”, conta Divaldo.

E ele continua falando: “Só para ilustrar, conto esses incidentes que os adversários do bem tentaram criar para impedir a realização da Semana (XXII Conferência Estadual Espírita do Paraná).”

Espíritos perturbadores atacaram Divaldo Franco para criar problemas ao evento.

Divaldo conta, então, que já dois dias atrás, em Ponta Grossa, ele viu um grupo de espíritos se aproximar. Depois da palestra, os mentores espirituais disseram-lhe que precisaria se manter muito sereno, pois aqueles espíritos estavam ali para tentar perturbá-lo e criar problemas durante a realização do evento.

“E eu posso confessar que me sentia parte encarnado, parte desencarnado.”, prossegue. “Quando entrei no seu automóvel (indicando o entrevistador) para voltarmos de Ponta Grossa, eu não estava no meu estado normal de lucidez, eu estava semi-mediunizado e para disfarçar eu vim olhando o telefone.

A noite foi tormentosa e o dia de ontem foi indescritível pelos ataques dessas entidades, foi, digamos assim, o dia mais difícil deste ano para mim, porque um dos chefes desse grupo antiespírita vem influenciando muitas pessoas contra Jesus. Porque o objetivo é apagar Jesus da história, apagar o nome de Jesus da história, ridicularizando, atormentando-nos, fazendo que aqueles que pretendem ser fiéis entrem em conflitos, em dúvida.”

Ontem a esta hora eu tive necessidade de apoio especial, então Juan¹ e Laudelino² vieram para o quarto porque eu estava absolutamente fora da realidade. Eu disse para eles: ‘Lamento porque estou semelhante a um médium obsidiado, a um médium em princípio, porque eu estou fazendo espetáculo. Peço desculpa a vocês, mas não estou normal e isso vai prejudicar a palestra.’ E no íntimo, o impulso para viajar, para ir embora, eu sabia que eram eles (os espíritos obsessores). Criaram assim uma situação desagradável.

Então Juan sugeriu lermos o Evangelho, aplicamos um passe e eu vendo os espíritos perturbadores, e eles me dizendo coisas que eu não me atrevo repetir. Aturdindo o cérebro e também o meu caráter, porque todos nós temos caráter, dizendo coisas perversas que não poderiam continuar na mente.

As entidade de luz sempre socorrem os que trabalham no bem.

Divaldo Franco conta que enquanto os amigos lhe aplicavam o passe, ele rogava pedindo a proteção de Jesus contra os espíritos que o atacaram: ‘O Senhor sabe que eu o amo, e então em benefício dos que irão à palestra, por seu amor me ajude.

E eu vi quando entraram as entidades venerandas. Eu vi uma entidade que é protetora da Federação Espírita do Paraná mas que não é conhecida, é uma espécie excepcional, um espírito nobre, refulgente. Quando ele entrou, assim, pela parede, o esplendor encheu o quarto. Ele pôs a mão em meu coração e depois no centro cerebral, na testa, e me disse:

‘Vamos com Cristo. O cristão verdadeiro tem que ter o holocausto, vamos para o holocausto. Nós vamos incorporá-lo, utilizá-lo de aparelhagem, mas os seus conceitos, não os coloque, para não nos atrapalhar. Faça as suas narrações, mas nós vamos encaminhar.’

Uma palestra dirigida ao amor.

Divaldo seguiu, então, para a palestra acompanhado pela entidade,mas eu não via sempre o espírito, eu via um foco, eu caminhava paralelamente, o foco também. Eu não gosto muito de ficar falando sobre mediunidade para não parecer exibicionismo, aprendi a calar.

Na hora em que você começou a falar (referindo-se ao entrevistador que fez a apresentação de Divaldo na conferência), ele se acercou e lhe deu uma assistência especial para poder dulcificar o coração e apaziguar o seu organismo. É como se o organismo estivesse um pouco trêmulo e desajustado, na hora que você falou sobre o coronavírus, então eu vi perfeitamente quando ele encaixou a cabeça dele na sua cabeça, e aquilo saiu tão claro como se você fosse um médico, era como se tivesse explicando o beabá simples e com muita energia.

O espírito de luz começou a me delinear a palestra e disse: ‘A paz tem que ser o amor no seu estado de santificação’. E então veio num crescendo, e as últimas palavras, eu ainda me lembro quando disse assim: ‘Somente o amor.’ Até ali foi incorporado, até a parte final. Quando ia terminando, ele me cedeu lugar para a prece.”

Devemos buscar na espiritualidade a inspiração para nossa vida.

Continuando sua narrativa, Divaldo relembra de um fato que aconteceu no dia 04 de Abril de 2004. Nessa ocasião, um grupo de espíritos declarou que estavam em guerra com o mundo espiritual, “para acabar com a figura de Jesus na Terra”.

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Divaldo prossegue observando que, desde 2004, o desrespeito moral e social tem se tornado cada vez mais vulgar, com uma crescente degradação dos costumes, devido à influenciação exercida por esses espíritos obsessores.

Como podemos perceber, existem muitas forças que estão disseminando a discórdia, a violência, a corrupção nos corações e mentes da humanidade, por isso que nunca foi tão atual a orientação de que devemos orar e estar em constante vigilância. Que busquemos na espiritualidade de luz a inspiração para nossa vida.”, finaliza Divaldo Franco.

Referências:

1 – Juan Danilo Rodriguez – natural de Quito, Equador, profissional da área de saúde, trabalhador espírita há 17 anos, fundador do Centro Espírita Francisco de Assis e de uma instituição para tratamento da síndrome autista. Autor de “Alliyana, abordando o tratamento aos portadores de autismo”.

2 – Dr. Laudelino Risso, natural de Cascavel, Paraná – Fisioterapeuta, Osteopata pela Escuela de Osteopatia de Madrid, formação em Medicina Mente e Corpo, pela Faculdade de Medicina de Harvard – Boston – EUA

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